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sábado, 5 de junho de 2010

Inquietações

Inicialmente me desculpem por ter deixado o blog tanto tempo parado. Eu realmente estou sem tempo de escrever, e quando sento no pc pra fazer algo eu geralmente estou tão cansado que não consigo produzir nada. Minha rotina de fato não tem sido fácil. Falando um pouco da minha vida particular, ontem eu fiz um exame muito complicado e constrangedor, em que fui duplamente sondado. Quem é homem, ou melhor, quem é ser humano nunca deseje isso pra si, nem pra ninguém. É uma dor inimaginável e esquisita, pois acredito que ninguém nunca imagina como é algo passando por um canal que só deveria sair, e sair líquido. Os resultados não foram nada animadores, mas não estou preocupado com isso, pois sei que em breve ficarei bem.

Falando sobre este post, ultimamente eu tenho me divertido muito na internet, mais especificamente no youtube vendo os vlogs do PC Siqueira e do Felipe Neto. O que me chamou atenção foi o quanto eu compartilho das idéias deles e o fato de me lembrar o quanto eu estou preocupado com esta geração. Eu sou professor e acompanho de perto o que a juventude pensa, e me entristece ver que o “estudar pra passar” predomina com muita força. Eles não estão nem aí pra que tipo de adultos vão ser, pra como eles vão enfrentar o tal do “mundo lá fora” ou em que mundo vão criar os seus filhos. Tudo bem, talvez eu esteja exagerando e meninos entre a quinta e a oitava série não devam ter ainda esse tipo de preocupação. Mas eles deveriam se preocupar ao menos em fazer algo que fosse realmente produtivo, e não em simplesmente uma nota que no fundo não significa muita coisa. E é triste ver o quanto eles fazem pra conseguir essa nota que não diz nada sobre ele. Táticas sujas como olhar a prova do colega ao lado, olhar o livro ou imprimir em um papel o assunto com uma fonte tamanho 12 é algo realmente deprimente. A única coisa que faz com que eles estudem, é o medo da reprovação. Medo este que só chega lá pelo final do ano, nas provas finais ou recuperações. O que normalmente ocorre é que os alunos mantêm este comportamento até o terceiro ano do ensino médio, e não conseguem aprovação em vestibular algum, pois ao longo da vida ao invés de estudar ele estava preocupado com terminar o ano beijando mais do que o colega ou vencer a turma adversária nos jogos escolares. Diversão também faz parte do processo e eu acho muito válido que eles aproveitem bem a fase em que vivem e não deixem nada pra posteridade, nem se divertir, e nem estudar.

Saindo um pouco do trabalho e dando um passeio pela rua, me vem uma imagem que me deixa muito triste também. Antigamente, a juventude era influenciada pelos seus ídolos. As pessoas queriam escrever como o cazuza, queriam cantar bem como a Maria Bethânia ou simplesmente serem bonitos como o Reynaldo Gianecchini. Podem considerar este último um desejo fútil, mas eu ainda acho melhor do que se inspirar em um marginal. É perturbador ver a criançada de hoje querendo se vestir como marginais. Será que eles é que são os astros da galera de hoje? Vejo-os utilizando bermudas de veludo da Cyclone, não por acharem bonito, e sim por ser um tipo de roupa comum entre marginais. Além de acessórios como correntes de prata, bonés com aba reta e vários outros. Não seria tão ruim se fosse só isso. Me deixa com vontade de chorar ver um menino de doze anos com as pontas dos dedos queimadas por causa do uso de crack, e me revolta saber que este que eu estou vendo é só um entre muitos. Tem coisa mais revoltante do que uma criança perdida nas drogas? E elas vêem isso como algo legal, algo da moda, algo bonito. E não são só garotos pobres da periferia que estão se afogando em drogas não. Muitos filhinhos de papai cheios de recursos e oportunidades na vida já estão igualmente perdidos nas drogas e na marginalidade. É literalmente foda.

E por falar em ídolos, me mata de... Eu nem sei se é de raiva ou de vergonha, mas eu fico até meio constrangido vendo quem são os ídolos dessa geração. Vou falar um pouco de música, que eu acho que deveria até ser o tema central do blog. É incrível como tanta merda faz sucesso. E são merdas de vários tipos diferentes, e eu analisei cada um deles. Primeiro é um tipo de música que faz muito sucesso com a garotada entre 10 e 13 anos que são as bandinhas de adolescentes. Normalmente são músicas que se diferenciam muito pouco uma das outras. O ritmo é geralmente o mesmo, os timbres são geralmente os mesmos e as letras geralmente falam sobre a mesma coisa: uma linda história de amor adolescente. No ápice da minha chatice, eu não consigo entender como é que eles conseguem ouvir músicas tão repetitivas com harmonias e letras tão pobres, mas aí vem o meu lado flexível e me diz que entre dez e treze anos dá pra gostar de qualquer coisa... O que é na verdade uma premissa que não me satisfaz muito, pois nessa idade eu já estava buscando músicas que tinham algo a mais. No meu aniversário de dez anos eu pedi pra minha mãe um cd “Bethânia Canta Caetano” que eu guardo com muito carinho até hoje, e não me acho excepcional ou mais inteligente que ninguém por isso, mas tudo bem, eu deixo passar.

Um segundo tipo de música que eu analisei, são as musiquinhas feitas por jovenzinhos revoltadinhos e que se acham os experientes, os vividos, os fodões da vida. Bem como as músicas do tipo anterior, estas também não tem tanta diferença entre si. É sempre a mesma ladainha, sempre a mesma batidinha e os mesmos timbrezinhos. Só que agora ao invés de falar sobre romances bobinhos e chatinhos, estas tratam... da vida. Só que o que eu vejo são rimas pobres, um aglomerado de frases sem o menor sentido ou com sentido insignificante. Frases do tipo “o impossível é uma questão de opinião” fazem com que um único pensamento venha à minha mente: “PULA DE UM PRÉDIO MISÉRIA, E VOA SE VOCÊ ACHA QUE PODE”. Ou então “entre o bem e o mal eu fico com a paz”. Essa é muito foda por que se você olhar o resto da letra, logo antes disso vem: “Se não se decidiu, então corra atrás”. Dá pra perceber bem que isso não passa de uma rima idiota. As palavras foram colocadas dessa maneira somente para rimar, e não por que fazem algum sentido ou querem dizer alguma coisa. Qualquer um que conheça bem a vida sabe que já é um luxo a vida lhe dar duas opções, por que geralmente é uma só mesmo. Daí o maluco tem duas e ainda quer correr pra uma terceira. É muito escroto mesmo, quem ele pensa que é? Além de tudo o que eu já citei aqui, tem mais duas coisas nesse tipo de música que me irritam muito. A primeira delas é a forma como essas músicas são cantadas. É tão falso que a única coisa que eu me pergunto é “por quê?” Por que cantar com uma entonação de roqueiro, como se estivesse cantando Iron Maiden ou Ozzy Osbourne, quando tudo o que você está cantando é uma musiquinha bem bobinha? Essa falsa “pegada” de rock me incomoda muito. E um outro fato muito irritante, é que quem curte esse tipo de música geralmente abomina o pagode. Abomina ao ponto de chamar o pessoal que curte pagode de burro e acéfalo, que eles não querem nada com a vida e vão se ferrar lá na frente por que não querem pensar e ouvir boas músicas agora. Quem eles pensam que são pra criticar o pagode? Se analisarmos as letras dos dois estilos, não tem nada de tão diferente entre elas, só que o pagode rima para que as músicas se tornem de fácil assimilação, e esse tipo de rock faz rimas tão pobres quanto as do pagode, só que tentando dar uma de filósofo, de inteligente, de manjador da vida... e não são. Pra esse tipo de música eu acredito que entre uns treze e quinze anos dá pra curtir numa boa, desde que você prontamente descubra que não é bem por aí e parta pra outras coisas.

E por último mas não menos irritante (na verdade é a mais irritante pra mim) são as músicas pseudo-intelectuais. Músicas com letras completamente ininteligíveis e que atinge ouvintes preguiçosos e que gostam de pagar de fodões. Preguiçosos por que eles não se dão ao trabalho de tentar entender a música, mesmo por que se eles fizerem isso eu tenho certeza que não vão conseguir. E parecem que tem algum tipo de orgulho em dizer “olha como é foda a letra desta música” ou “veja como eu sou inteligente e escuto músicas que tem uma letra extremamente complexa”. Se quer algo complexo, vá tentar resolver a hipótese de Riemman ou fazer algo realmente útil, por que de complexo tais músicas só tem a letra. Acho que é até muito simples procurar no dicionário umas palavras mais complicadas e agrupa-las de um jeito que o texto fique muito bonito, com muita estética e sintaxe, porém com muito pouco ou quase nada de semântica. Pra falar algo bonito, ou algo que tenha um significado, palavras complicadas não são necessárias. Eu ia citar aqui uma frase de um amigo meu que disse “Chico Buarque fez uma música com um significado extremamente profundo, uma música linda usando palavras como ‘meu guri’”, porém acho que nem vale fazer qualquer tipo de comparação com Chico Buarque, muito menos com esses “intelectualóides”. Outro dia eu ri muito ouvindo uma dessas bandas aí que tinha uma proposta experimental. Então os caras começavam tocando uma música com o rock bem pesado, no meio da música mudavam pra um ritmo mais lento, daí a música virava um pagode e fechava com uma marchinha de carnaval. Como bem diria o mesmo amigo meu da citação acima, um verdadeiro samba do crioulo doido. É sério que eles acham que estão fazendo “o som” tocando dessa forma? Será mesmo que se acham os músicos fodões com os arranjos extraordinários? Se isso fosse um experimento feito em laboratório, os resultados seriam considerados desastrosos, com discrepância acima dos 50% (boas medidas tem no máximo 5% de discrepância) e seria um erro injustificável. Música tem que transmitir um sentimento pra quem escuta, e se você troca de ritmo o tempo todo, a sua música não transmite nada, o seu som não significa nada. Como eu disse anteriormente, pra quem tem preguiça de pensar é até muito prático curtir essas músicas e fazer comentários do tipo “olha como eles tocam bem, tem que ser muito bom pra fazer essas variações de ritmo, olha como eles são fodas”. Resumindo, bandas que se acham as tais, com letras que parecem fodas mas não são, arranjos que parecem rebuscados mas não são e fãs que se acham igualmente fodas e inteligentes, mas não são. É uma falsidade sem fim e que me deixa tão irritado, mas tão irritado que eu não recomendo esse tipo de música pra ninguém, nenhuma faixa etária mesmo. Prefiro crer que cedo ou tarde os fãs vão perceber que o que eles estão ouvindo não é lá essas “coca-cola toda” e vão procurar algo que realmente seja legal, que tenha uma letra com uma mensagem bacana e um som gostoso de se ouvir, e também acredito que as bandas um dia passarão a fazer um trabalho mais interessante, até lá eu fico no aguardo.

Além desses três tipos de música, ainda tem uma gama de músicas ruins como pagode, arrocha, axé music, funk dentre outros, porém essas músicas não costumam me agredir, e eu até consigo curtir de vez em quando dependendo da ocasião. O propósito destas músicas fica bem claro logo que você começa a escutar. Se você liga o rádio e escuta algo do tipo “esfrega a xana no asfalto” quer dizer que você deve estar em uma praia, próximo a um carro com um som bombando, tomando cerveja e se acabando de dançar. Não há falsidade aí, em momento algum o autor da música quis dizer algo diferente disso, quis tentar ser inteligente em suas colocações ou qualquer outra coisa do tipo. Tudo bem se você não gosta de dançar, mas não vejo problema algum em curtir essas músicas com uns amigos e se divertir bastante, até por que eu faço isso com uma freqüência menor do que gostaria, mas eventualmente acontece, e eu adoro. É obvio que você não vai colocar um cd de Black Style no som da sua casa, parar tudo o que estiver fazendo para escutar o som sentado em sua poltrona e refletir sobre o que os caras estão falando. Claro que você não vai fazer isso por que como eu falei, o propósito desse tipo de música é muito bem definido. Sendo algo tão verdadeiro, mesmo não tendo lá tanta qualidade musical ou tanta complexidade melódica ou harmônica, é algo que sinceramente não me incomoda. Seria muito bom se fosse apenas isso, porém é horrível quando algumas pessoas tomam esses estilos musicais como os únicos presentes em sua vida. Uma pessoa que só escuta funk, axé e pagode só pode estar muito desligado do mundo ao seu redor. Se o objetivo dessas músicas é dançar e curtir, que essas pessoas acordem logo e descubram que a vida não é só diversão, e ninguém vai sustentar filho dançando rebolation, a não ser que você seja o próprio Léo Santana, mas duvido que ele leia o meu blog.

Bom, neste exato momento eu devo estar sendo jurado de morte. Frases do tipo “filho da puta, como que você defende essas merdas como pagode e fala mal de músicas tão inteligentes e rebuscadas?” devem surgir a todo momento e muitos de vocês devem querer a minha cabeça. Mentira, o blog tem poucos leitores então não devem ser muitos os que querem a minha morte, mas efim, é o que eu acho mesmo. Eu prefiro ouvir Silvanno Salles do que ouvir musiquinhas sobre paixões adolescentes, ou um garotinho que se acha o foda mas que não canta nada e tem um cabelo de twist, ou ainda uma música que eu não consiga entender, justamente por não ter significado algum. Eu sou frequentemente chamado de chato por não gostar das músicas citadas acima, e eu estou começando a achar que é bom ser chato. É bom escolher as músicas que eu vou ouvir por mim mesmo, ainda que ninguém as conheça, ou que ela seja a música mais popular do mundo, eu escuto por que eu quero. Independente da música ser o sucesso do momento ou ser uma música que ninguém conheça, eu escolho as minhas músicas pelo meu próprio filtro. Quem já me achava um velho nessa questão de gosto musical, deve estar achando agora que eu tenho um pé na cova de tanta idade, e que além de velho eu estou esclerosado, porém insisto que é muito bom ser assim e estou começando a conviver bem com isso.

Eu nem vou usar este post pra falar dos meus gostos literários, os animes que gosto e as porcarias que são endeusadas por aí, dos mangas ou dos filmes que eu gosto, por que acho que já esgotei toda a minha chatice falando sobre música, e também creio que já foi suficiente pra passar a mensagem que eu queria, então por hoje antes de encerrar eu gostaria de dizer algumas coisas:

1 - Eu sei que eu só fiz falar mal de tudo como se o mundo inteiro fosse uma merda e não tivesse nada que preste, mas não é por aí. Existem muitas coisas boas pra serem escutadas, e não são só coisas velhas. Tem muita gente boa aí surgindo, porém eu acho que nesse post não cabe mais, fica pra uma próxima vez.

2 - Estou muito contente por ter encontrado mais um companheiro pra o blog, e breve ele estará atualizando aqui, e é provável que ele atualize mais do que eu. Espero que gostem dele.

3 - Apesar de parecer um velho, chato e rabugento, e passar por algumas dificuldades principalmente no que diz respeito a saúde, eu sou uma pessoa muito bem resolvida, que sei muito bem o que quero, e principalmente muito feliz. Eu tenho um anjo que sempre aparece nos momentos mais difíceis e me ajuda a superar as dificuldades, então não tem como a situação estar ruim pra mim. Não se preocupem, os chatos também amam.

4 - A minha busca por um grupo fechado pra o blog não cessa, mas ela está evoluindo, portanto aguardem mais que coisas boas virão.

5 - Cometários fazem bem, e eu gosto


6 - Que fique claro que eu não me acho o detentor da verdade absoluta, o que o meu gosto musical seja o supremo e inquestionável. Muito longe disso, eu até gosto que discordem de mim pra gerar uma boa discussão, só pesso que não levem pra o lado pessoal e me respeitem, como eu respeito todos vocês.


7 - Baseball é um barato e Hockey no gelo também


8 - NBA está terminando e meus Nuggets passaram longe da decisão esse ano, então eu prefiro que os Lakers não vençam


9 - Vou torcer muito pra o Vitória ser campeão da copa do brasil, e pretendo apoiar meu leão de perto nos dois jogos


10 - Eu amo vocês.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Limite

Por definição, o limite de uma função f(x) quando x tende a um valor alfa, é igual a L se, e somente se, para todo épsulon maior que zero... Não, não é sobre este limite que eu quero tratar aqui, e sim do meu limite. Não tenho uma definição tão precisa quanto Newton ou Leibniz, mas acredito que estou chegando no meu. Não sei se estou me aproximando de alfa pela direita ou pela esquerda, mas para o meu limite, isso não importa. Com uma rotina duríssima de trabalho, que inclui uma escola e um curso, o que ocupa todas as minhas manhãs e tardes, e uma faculdade que ocupa todas as minhas noites, além de ter que ir e voltar de Salvador todos os dias. Como se não bastasse, ainda estou com um problema de saúde que atrapalha todas as minhas atividades... É, não tem sido nada fácil.


Inicialmente gostaria de pedir desculpas a todos vocês, que estavam prestigiando o blog, cada vez em maior número, e de repente parei de atualizar. Acreditem, eu tive motivos para isso. Enquanto estive sem escrever, não esqueci do blog, e passei a correr atrás de estrutura para poder de fato cobrir bem todos os assuntos que desejo. Mas então eu desisti de esperar, e fazer vocês esperarem mais. Enquanto não consigo blogueiros pra me ajudarem, eu mesmo vou atualizando o blog. Não sobre todos os assuntos, e nem todos os dias, mas de vez em quando postarei meus textos aqui, pra tentar reconquistar a boa e agradável freguesia.


Já tenho boas idéias em mente sobre textos, tenho alguns até prontos, que colocarei aqui em breve, portanto mais uma vez, peço que aguardem. Pra não dizer que "reinaugurei" o blog sem nenhuma novidade, tá ai o tão sonhado banner do blog, feito por meu amigo Yoshi. Devo dizer que gostei muito, e espero que gostem também

Bem-vindos de volta!

E como já é de costume, Beijos pra todos ;*

Obrigado pela compreensão.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

It's time to change



Olá queridos leitores. Venho apresntar algumas pequenas mudanças no nosso blog, mas que indicam sinal de crescimento. Após algumas reclamações, decidi mudar o layout, que convenhamos, ficou muito melhor. Apresentando novos membros da equipe. Paty Makoto, que vai ficar com Cinema e Charlie Brown (Marlui, meu pai) que fica com Cinema e Livros. Além de Caio que cuida do HTML do blog e vai postar em Ciência e Tecnologia. A equipe ainda está sendo montada, e em breve teremos Fitness, Saúde e bem estar, NBA, NFL e Animes & Mangás. Tudo para ampliar o campo de ação do blog e tornar a leitura mais agradável para todos os públicos. Espero que gostem da mudança, e assim que a equipe estiver formada, eu volto aqui pra informar a todos.

Tenham uma boa semana
beijos ;*

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Pontapé, soco, nota, lançamento... enfim, o inicial xD

Olá moçada x) esse é o início de um blog que com certeza tem a minha cara, desde a sua proposta. Minha prioridade será tratar de música e esportes, em aspectos um pouco diferentes do habitual. A origem do nome... Bem, é só mais uma das minhas idéias malucas que eu tenho o tempo todo, mas não acho que exista outro nome tão condizente com o que eu vou tratar no blog. Pela parte do "music" vou mostrar aqui alguns trabalhos com certeza muito interessantes, e com certeza não muito divulgados, ou quem sabe "empurrados" pela mídia, seja ela televisiva, "internética", ou qualquer que seja. Nem sempre será material alternativo e nem sempre será do agrado de todos, mas com certeza, sempre será algo interessante e com um bom embasamento musical, seja ele teórico, seja sofisticado, ou simples, musica aqui sempre será tratada com todo carinho. E pela parte do Uppercut... bem, pra quem não sabe, uppercut é o nome de um golpe muito utilizado em boxe e em outras artes marciais, que é um golpe geralmente decisivo, que leva o adversário ao "Knock out", portanto, eu vou tratar esportes de uma maneira não muito habitual, na verdade esportes não muito habituais. Vocês verão sempre eu falando de NBA, NFL, Boxe... e claro, o nosso amado futebol. Tentarei ser o mais imparcial possivel (sou Vitória roxo) e sempre com um bom humor, para que todos possam se divertir ^^

Beijos a todos

Gabi ;*